Era um dia de pastores que entravam pela primavera
Silenciosamente
Enquanto pasciam os gados
Onde tudo era natural
Tão natural e tão livre como o verde do prado era
Como todo o ano é o voar tonto do pardal
Ou como são as andorinhas da anunciação
Páscoa é uma entrada colectiva
Numa quinta florida
Páscoa é lembrança, é livro, é abraço, é sinfonia afectiva
Páscoa é o templo da palavra amiga
É canto lírico, e fúria de beijo proibido
É sempre cada dia de amanhã carregado de alegria....
terça-feira, 12 de maio de 2009
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