Um rio desaguava lentamente. E era Setembro.
Um Setembro 5, mágico e carregado de flores.
E de todos os frutos que a mãe natureza
coloca no balaio das oferendas para os meus amores
Entretanto, eu mal me lembro,
navegámos desencontradas contingências de muitos Invernos, toscos e tontos na busca dum aconchego cor da música
duma papoila breve onde sempre queríamos plantar tesouros.
Mas não eram estações propícias e pródigas.
Eram simples apeadeiros.
Murchos, agrestes e de fraca dimensão,
Onde de passagem colhemos amoras
Que não havia campo nem clima para confortáveis demoras.
Até que de novo encontramos Setembro.
Agora, um Setembro sem datas para ser eterno....
terça-feira, 12 de maio de 2009
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